A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie
No sábado, como estava um dia muito bonito, fomos aproveita-lo em Quatro Barras.
Paulinha, Lucas e Aline, foram de carro e eu fui com a trek, pedalando pela estrada velha da Graciosa.
Como fazia tempo que não dava uma lavada na Judith e o dia tava propicio a isto, aproveitei e dei uma geralzinha nela.
Depois de algum tempo, ela ficou assim...
Deu muito trabalho para limpa-la, pois a relação estava muito suja.
A roda dianteira como é a original ainda, não consigo mais dar brilho nas raias, além do mais, a roda deu uma entortada nos últimos dias, que só trocando agora.
A cagada do dia, foi ter tirado a corrente e no ultimo aperto ter deixado o pino cair, deixei separado, lavei-a e na hr de por, pqp, que sacrificio, mas consegui depois de uns 30 minutos.
O bom que a dona pequena, ta sabendo legal de tudo kkk
Almoçamos uma lasanha maravilhosa, demos um tempo tirei a foto do meu hotwhells...
... que so depois vi que ficou uma nhaca kkkkk
Fiquei com preguiça de voltar de magrela, pus no transbike e zarpamos.
Pedalei 26km em 1h e 20m, bem de boa, agora é tentar aproveitar esta semana que vai ficar quentinha.
Fazia tempo q tava matutando sobre fazer uma bolsa de selim pras minhas bikes, com camaras de pneus.
Hoje finalmente deu a luz e fiz está abaixo:
Regado a Bud e com alguns toques da minha pequena, peguei uma câmara de caminhao aberta e costurei em T, com uma linha com cera e voala.
Pra fecha-la, coloquei uma tira de câmara de moto, para não molhar dentro.
Costurei um velcro nas pontas para prender ao canote e uma correia de firma pé na outra ponta pra prender ao banco e pra segurar melhor, no meio outro velcro pra garantir que não caia.
Surgiu uma oportunidade para diariamente pedalar 30 km, no que aceitei prontamente.
Em 3 semanas fiz mais que nos últimos meses, contudo apareceu um formigamento em minha mão esquerda, que não passava.
Fui ao medico ortopedista com especialidade em mãos, para verificar e num primeiro momento, por ser na mão esquerda e pela minha idade, o medico comentou que poderia ser algum problema do coração.
Pelamordeus, quase tive um ataque cardíaco, mas lembrei ele que sou canhoto e que é meu braço dominante.
Feito os exames de coração, foi descartado problema cardíaco.
Fiz um exame de levar choques no braço para verificar como anda meus tendões, ultrassonografia e raio-x e foi contestado que seria Túnel do carpo.
A síndrome do túnel do carpo surge a partir da compressão do nervo mediano( na imagem acima como ligamento) que passa dentro de uma estrutura batizada de - adivinhe! - túnel do carpo.
Ela fica localizada entre o punho e as mãos.
1 semana sem pedalar e tive que optar por fazer infiltração ou cirurgia, para tirar a membrana de cima do meu tendão.
Escolhi a infiltração e caso persista a dor, o que até agora não voltou, iria pra cirurgia.
Amanhã volto aos pedais, contudo com tala ainda por um tempo e usando a noite.
Terei que fazer um bike Fit pra mudar o cockpit da judith.
Foto de 2012, mas tirando o monitor cardíaco, está igual.
Penso em deixa-la igual a uma vez que fiz, mas não me lembro o pq mudei.
Foto de 2011.
Acredito que colocando um guidão rise novamente e encurtando a mesa de 110 para 90, já de uma melhorada no cockpit.
A geometria dela não ajuda muito, vou testar desta forma, entretanto, conselhos serão bem vindos.
Voltando a fazer pedal de 3 dígitos, Marlon me convidou a fazer a saga em epigrafe.
Como iriamos fazer um pedal longo, peguei o bar end da Trek pra por na Giant, para ficar mais confortável e o bagageiro pra levar o alforge.
A judith ficou depenada, tadinha...
Acordei as 5h da matina, pois o combinado era estar na Havan do Barigui as 6h.
Inicialmente iriamos de carro até o pedágio, mas não conseguimos com as patroas então fomos no modo rutz mesmo.
Saímos eu, Marlon e Giuliano.
A parte engraçada é que no mesmo horário, meu guri tava voltando da balada com uns amigos.
As 8h estávamos chegando no pedágio. Comemos algo e seguimos pra ponte.
O tempo estava muito ameno, um ventinho gelado, mas agradável, o que ajudou bastante no nosso adiantamento, uma vez que iriamos voltar de Lapa por ônibus.
Tinhamos que chegar antes das 16h, pois o próximo somente as 20h.
Paramos numa capela de 1789 pra tirar umas fotos e descansar, antes de irmos pra ponte dos arcos.
No caminho pra ponte, meu pneu estava muchando, mas como estávamos quase chegando, deixei pra arrumar aguardando o trem passar.
Chegando na ponte, encostei a magrela e tirei o pneu para trocar a câmara.
Como o trem não passava, deu tempo de remendar a câmara e ainda fazer um manchão no pneu, para seguir pedal.
Um adendo, o burrão aqui, colocou o pneu ao contrario do giro e só deu cabo quando chegamos na rodoviária kkkk.
Lembramos de algumas noticiassobre a ponte e resolvemos seguir a dica, que era aguardar entre 20 a 30 minutos, para depois passa-la.
A ideia era fazer um vídeo no chegada, como foi feito e
Outro atravessando a ponte.
Porém aguardarmos 20 minutos e nada, 30, 40, 45 minutos e nada do trem passar.
Ficamos preocupado com nosso horário e decidimos - a contra gosto - passar mesmo assim.
Foi os 5~10 minutos, mais angustiante da minha vida, batimento cardíaco a milhão e assim fomos.
Nem filmamos nada, pois não tinha como, numa mão estava empurrando a magrela e na outra o * de tanto receio do cazzo do trem nos pegar no meio da ponte.
Foi tenso mais graças a Deus, não aconteceu nada.
Saímos da ponte, ficamos pedalando cerca de uns 2km pelo trilho, até pegar uma estrada para pegarmos um Haras pra cortar caminho para Porto Amazonas.
Margeando o rio Iguaçu, passamos no Haras Valente sem maiores problemas, chegando próximo das 13h em Porto Amazonas.
Lá passamos num mercado, compramos umas cervejinhas, umas porcarias e fomos numa praça almoçar.
Fizemos contato com as patroas, para avisar que estávamos bem e quase chegando em Lapa.
A ideia era ir mais por dentro ainda, mas tem uma balsa para atravessar o rio Iguaçu que soubemos que estava desativada, então pra não perdermos mais tempo, fomos via asfalto até Lapa.
Comemos, enrolamos um pouco e zarpamos.
A distancia de Porto Amazonas a Lapa é de 32 km.
Um sobe e sobe sem fim, pior que o Cerne, na minha opinião de pedalante fora de forma.
Mas com fone de ouvido baixei a cabeça e pernas pra que te quero.
Confesso que em alguns trechos empurrei, pois nem na vovozinha estava dando conta da subida.
Depois de quase 2h:40m chegamos na Lapa.
Paramos num mercado, para comprarmos cerveja e fomos direto para rodoviária.
Lá chegando, o guia só iria vender a passagem se o motorista autorizasse levar as magrelas no bagageiro.
Momentos de tensão, até o busão chegar, já bolando um plano b caso não rolasse.
Busão chegou as 16h:40m e deu tudo certo, as magrelas, tinham que ir sem rodas no bagageiro e pronto, só descansar.
Tomamos umas cervejinhas e dopo de 1h:30m estávamos na rodoviária de Curitiba.
Nos despedimos e as 18h mais ou menos, estava em casa.