A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Morro da Cruz - Colombo-PR

Sabadão, amanheceu feio e cinzento, mas sem chuva.
A convite de um parça das antigas, o Daniel, fomos ao Morro da Cruz em Colombo.
Fazia tempo que não ia pra lá, pedalzinho de uns 50km.
Eu que to fora de forma e ritmo, ah vou aguentar.
Olhe, foi punk, pqp, algumas subidas, coração parecia que iria sartar do corpo kkkk
Mas, dei conta.
Tirando a subida do morro, que fui empurrando, de resto, foi sofrível, mas na maciota, consegui terminar.
final de semana que vem tem mais...
Fotos:












 


Por fim, abriu sol em Colombo, quando chegamos no Santa Candida, cinzou novamente, fomos juntos até o Boa Vista, de lá me separei do pessoal e cheguei em casa, são, salvo e seco. 
Diferente da galera que pegou uma puta chuva.
A parte boa da chuva, que lava a magrela, pois o morro tava pura lama, a minha como não peguei chuva, ta uma porqueira, mas ja dei jeito pelo menos na relação, o resto, vai depois...

No final, uma nova cerveja pra fechar o dia. Aprovadíssima, por sinal.



quarta-feira, 2 de maio de 2018

Caminho do Itupava

No sábado dia 28 de abril, fui convidado pelo Jopz, a fazer o caminho do Itupava, juntamente com Leandro, Angela, Kelvin, Marco, Filipe, Eloir,  Vanessa e Fabiane.
Exagerando e muito no lanche e pecando na água, me organizei pra trilha com muita comida e pouca água.

E antes que alguém fale, não, só fiquei um dia e sim sobrou bastante na volta kkkk
Zarpamos as 6h do Shopping Curitiba sentido Quatro Barras de van.
Levei duas mochilas, a acima com comida e água e outra para voltar menos fedido pra casa, com mudas de roupa, chinelo e toalha, deixando na van, para pegar em Porto de Cima.


No IAP, estava cheio de gente, mas como não é só pro caminho que o pessoal vai, acabamos não encontrando todos no percurso.
Começamos num ritmo puxado até o Pão de Loth, mas sempre tomando água e beliscando algo pra não dar problemas.
O tempo estava ameno, sem sol e coberto, o que foi perfeito pra ficar andando por horas igual foi.



Na casa do Ipiranga, tirei esta foto dela agora.


E abaixo como era em 1995 - foto do Edison Rocha que peguei do blog do Jopz.

  







Num momento, paramos numa cachoeira pra repor água e comermos algo, vimos um pessoal e 3 escoteiros, subindo um barranco e sumirem na nossa frente, imaginando que fosse o caminho, fomos atras.
Uma puta de uma subida do cacete, que desgastou a todos e que não deu em nada. 
Era só um lugar que alguém provavelmente estava se escondendo e abriu a mata, fazendo que parecesse uma trilha. Tinha uns colchoes jogados e nomeamos morro do colchões.
Descemos e a foto abaixo, era o Jopz e Vanessa se orientando pra acharmos o caminho novamente.


Já no rumo certo, fomos pro Veu da noiva almoçar e descansar.


Na maior parte do percurso, entrava pedrinhas na minha bota e quando paramos, sentia meu dedo doendo, apesar de tirar varias pedrinhas, era minha unha roçando no dedo.
Tirei a bota, limpei e pus esparadrapos para seguir descendo.



Depois de varias paradas, bastante descidas com muitas pedras lisas, chegamos no final do caminho.
Em seguida paramos no salto do macaco, para se refrescar no rio Nhundiaquara.
Tava um absurdo de gelada, mas foi bom, pois deu um alivio nos músculos e principalmente nos pés que estavam doendo pacas.
Chegamos no IAP, demos baixas nos nomes e seguimos até a van que nos aguardava uns 3 km pra frente.
Dopo de pegarmos a van, tirei a bota, berma e camiseta que estavam mega fedida e sujas, colocando chinelo, que aliviou o pé e roupas secas e cheirosas - que disfarçou um pouco o futum que estava - e partimos pra Pousada Dona Siroba, aonde pedimos cervejas geladas e varias porções para matar a sede e a fome.
Pegamos a van e fui dormindo até chegarmos no Shopping Curitiba.


No fim andamos 24,36 km em 6h:23min



Vídeo do caminho, fornecido pelo Kelvin no Relive:



Meu regenerativo foi em Bal. Camboriú noutro dia, curtindo uma praia com a linda pequena e minha mãe e a noite mais comilança.





Foi uma aventura pra mim, pois nunca tinha feito tal façanha, pras próximas a resistência tem que estar muito melhor. 
A berma e camiseta foi tranquilo, foi bom ter ido de berma térmica, pois não incomodou a coxa e aproveitei pra nadar no rio, a bota ajudou e muito, comprei mais pro inverno do que pra fazer estas coisas, porém por ser descida a maior parte do tempo, meus dedos/unhas estão roxos de tanto que batiam na parte da frente da bota. 
Além do que, estas benditas pedrinhas no meio do caminho, que entravam na bota, fez com que estourasse uma baita bolha no pé que ta me incomodando um pouco.
Tirando isto foi tudo muito bom, fazer novos amigos, rever velhos, esquecer dos problemas do dia-a-dia aproveitando o máximo a oportunidade de se conectar a natureza.
Obrigado pelo convite e que venham mais...

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Gambiarra na bolsa de quadro

Com o advento do Strava, fica bem obsoleto o blog, mas ainda é divertido pesquisar pedais e historias que postei aqui.
Como sou um grande fã de fazer gambiarras, resolvi fazer mais uma, desta vez na bolsa em epigrafe.
Estou com um celular que é grande e que não cabia nela.
Então resolvi corta-la e estende-la para cabe-lo.
Ela era assim:



Ficou assim:





Costurei uma dobra de câmara de carro, pra aumentar de tamanho, reforcei com papelão as laterais dela e dopo pus silver tape preto pra reforçar a costura.
Em cima pra fechar mais um pedaço de câmara.
A parte foda iria ser costurar o velcro pra fecha-la, o que não consegui.
Então fui ao um sapateiro que reforçou a "tampa"e costurou velcro reforçado pra lacra-la.
Ficou muito bom, cabe o celular com folga e ainda da pra guardar documentos e chaves.
Que venham próximas gambi, pra pelo menos dar um agito por aqui...

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pedal de feriado

Dia lindo ontem, resolvi que tinha que fazer no centro e na sequencia fui pedalando até Quatro Barras na associação da FIEP.


Pena que no meio do caminho acabou minha bateria...


Continuei o trajeto no goolge maps para verificar quanto que foi a pedalada, quase 30km e fui muito de boa, o dia estava bem propicio.
Chegando la, me juntei a familia, para aproveitar mais o dia, tomando varias doses de vitamina D.
No final, tive que desmontar a judith inteirinha - tirar bagageiro, paralamas, guidon, pra caber direito no carro.


A baixa do dia foi que estragou os paralamas e acabei deixando sem.



sábado, 21 de outubro de 2017

Preciosidades no bicicletário

Algumas magrelas  aqui do bicicletário do prédio.



Fazia muito tempo que não via o Shimano SIS.


Eleonor bem encapada, pra não pegar pó.