A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



terça-feira, 24 de março de 2026

Atleta engaiolado

Desde muito cedo, sempre gostei de fazer esporte, principalmente bike.
Tinha um avô maravilhoso, que fazia de tudo para sempre me ver pedalando.
Claro, nesta história meu irmão está sempre do meu lado e desenvolvemos juntos esta paixão por bikes.

Lembro que nos anos 90, quando abriu a importação de tudo no Brasil, diversas lojas importaram as bikes que só víamos em revistas especializadas. GT, Trek, Gary Fisher, Nishiki... era um festival de quadros, peças e acessórios novos que era um deslumbre para todos os amantes de bike.

Na época era impossível termos uma, era um absurdo de caro. Mas, em contrapartida, olhar, era de graça e vivíamos em lojas especializadas namorando as magrelas importadas.
Tínhamos uma Caloi de entrada, que dava conta do recado. Lembro que matava aula nos sábados para fazer trilha com amigos; voltava todo sujo e lameado, mas sempre com um sorriso no rosto.

Após muito tempo, consegui adquirir de um amigo uma Trek, que era um dos meus sonhos de consumo. Sempre que posso, a uso tanto como meio de locomoção quanto para lazer.

Quando não consigo pedalar, acabo indo correr, um dos meus outros hobbies.
Antigamente, colocava um tênis, mal se aquecia e ia correr nas ruas de Londrina. Com o tempo e a situação melhorando, ia de walkman para escutar uma música. Quando surgiram aqueles rádios minúsculos que só pegavam FM, era ótimo; sempre ia correr quando havia aquela seleção de músicas sem intervalo comercial. Mais adiante, quando começou a surgir os relógios que mediam batimentos cardíacos, comprei um Polar de entrada e era muito bom acompanhar meu ritmo.
Agora, com o advento do celular, tudo isto está nele, fora o smartwatch no pulso para controlar tudo a um toque.

Durante a pandemia, alternei meus dois hobbies acima com a musculação, pois era uma forma de sair de casa. Entrei no modo home-office e estou nele desde então. Meus três hobbies viraram minha válvula de escape, sendo a musculação o principal, pois é ela que me dá todo suporte para praticar os outros dois. Mas também é quando eu saio de casa, sendo minha "socialização silenciosa".

A musculação acaba sendo minha terapia diária para sair da clausura que é ficar em casa 24/7. E aí é que entra o título da prosa.

Peguei um resfriado semana passada e acabei tendo que ficar em modo "off" por uns dias. Foi bem desgastante, ainda mais que no profissional está bem puxado, a ponto de explodir. A "terapia" — tanto bike, corrida quanto musculação — amenizava um pouco o sufocamento. Voltei a mil e feliz com meus hobbies, mas hoje levei uma bronca: ainda estou com tosse e fui vetado mais uma vez de fazê-los por mais uns 2 ou 3 dias.

Claro, ao longo dos meus 47 anos e dados os devaneios já postados no blog, sempre tive estes intervalos na vida. Mas parece que agora, na atual conjuntura profissional, está sendo mais difícil lidar.

Dizem que esporte não é terapia, que a prosa com o coleguinha é só um papo de elevador para passar o tempo e que temos que ter um profissional qualificado ao nosso lado para nos escutar e dar um norte. Mas confesso que o silêncio do esporte e minhas abas cerebrais — passando o que sinto em cada uma, até chegar na aba "EU" e analisar eu e eu mesmo — me fazem muita falta.

Confesso que o silêncio do movimento me faz falta.
Enquanto não posso suar, deixo aqui essas palavras. Talvez para que o "Dagu do futuro" veja que essa tempestade também passou...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Lavagem Giant

Neste carnaval ficamos por aqui, como fui pedalar no sábado e tava com bastante lama o percurso, aproveitei que nos mudamos para SJP num apto terreo, e lavei a magrela no nosso garden.
Ela não tava mega suja, mas queria limpar principalmente a relação dela. Segue um antes e depois. 

 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Barragem Miringuava

Neste sábado fui eu e Marlon dar um pedal meio período lá para a barragem.
Combinei com ele no Portal da Colônia Murici e novamente quase me perdi e me atrasei, mas minha culpa, fui no ah ja andei por aqui e acabei ficando longe do caminho certo. 


Pegamos algumas subidas boas, alguns trecho com lama, pois tinha chovido bastante uns dias antes.
Por fim, como saímos cedo, antes das 11h tava em casa.
Cheguei com a grata surpresa do Lu e Fer em casa, para passar o carnaval, mas esta prosa eh proutro post...




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Voltinha na capitar

Tive uns compromissos ontem em Curitiba, que deu pra ir de magrela e aproveitei fiz um baita pedal.
Tava quente pra cacete, mas levei bastante água, hidraton e goma, acabando nem sentindo sede/fome.
Quando estava indo e passando pelo Terminal do Boqueirão, lembrei que saindo do Pinheirinho, daria para ir até o Sítio Cercado e depois Boqueirão, então fiz isto na volta e ficou bem legal o mapa.
 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

🎶🎶sozinho, perdido, tentando me encontrar 🎶🎶

Me confundi com algumas músicas do Jota Quest, porém fez muito sentido, porque foi este sentimento q estava no pedal.
Baixei o mapa off-line e estava feliz q tava indo bem, mas acabou não pegando em algumas partes.
Conclusão, fui no caminho as cegas e se não pergunto, tava longe de casa kkkk
Mas deu tudo certo, mais um trecho desbravado.

Acabei esquecendo de ligar Strava, relogio pus no sport errado, sorte que a fofoqueira do maps, me fez o trajeto.



domingo, 1 de fevereiro de 2026

Pedal solo SJP

Neste domingo  acordei e me aprontei pra fazer um pedal pela região das Colônias aqui em SJP.
Sai com um trajeto no gps, mas alguns trechos já tinha uma ideia, pois tinha passado anteriormente.

Após passar pela Santa, fui seguindo o caminho do GPS, até q dado momento, ele deu sem sinal e acabei fazendo o caminho igual aos maias e incas, perguntando as pessoas melhor caminho pra ir pro cachimbo.

Chegando no Cachimbo, segui para voltar pra casa, aonde do nada começou uma baita chuva, na qual deu uma boa refrescada.
Engraçado que chegando no bairro de casa, tava um baita sol, sem nenhuma nuvem e acabou nem chovendo por aqui.




sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Girinho de herdeiro

Lu chamou pruma corridinha de boa no parque nautico e foi bem de boa mesmo, colocando a prosa em dia e correndo num ritmo bom, depois de algum tempo.