A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Rota do ouro

Fizemos um pedal épico no sábado, para Bateias, na rota do ouro
Saí de casa as 5h40m da manhã pra ir no encontro no Palladium e de lá seguirmos para Jusitas Lanches em Campo Largo, para nos encontrar com outros pedalantes, que conheciam melhor o caminho. 
Ao invés de irmos pelo Passáuna, demos uma volta maior por Araucária, numa estrada belissima e asfaltada que só tinha espideiro e muita, mais muita, muita subida. 
O que nos desgastou já no início. 

Chegando Jusitas, comemos algo e zarpamos ao encontro do pessoal. 



Seguimos por umas estradas  de terras, com muita poeira, movimento de caminhões, motoqueiros fazendo prova de tempo e muita prosa. 
 










O tempo foi passando e quando era 16h30m, decidimos eu e mais dois irmos embora, pq ainda tinhamos 50km até chegar em casa. 
Eu fiquei numa sinuca, pois ou voltava a SJP ou ia ao Bacacheri na casa da cunhada, pegar uma carona com Paulinha, no qual foi minha decisão, pois já tinha planejado caso demorasse, tomaria banho por lá e zarparia de carro.
Depois de pedalar a Cerne quase inteira, só cortando uns pedaços por terra, cheguei no Condor e escolhi o menos pior caminho até a cunhada, mas não tinha como escapar, teve as 3 últimas subidas, do Pq Tingui, do Pq São Lourenço até o bairro Boa Vista e a pior, da canaleta da UPA do bairro Boa vista, mas subi sem descer da bike e finalizei o pedal exatamente as 20h30m.