A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Corrida no almoço
terça-feira, 30 de junho de 2026
Pace 6 e dane-se
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Pedal fralda Lenny
Em 2010 esta figurinha entrou para a família e 16 anos depois, envelheceu bem e ta com incontinência e tem que usar fraldinha.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Troca remendo bolsa selim
Na manutenção que fiz na giant, vi que o remendo tava caindo e tinha entrado água e areia.
Tirei, lixei, cortei uma camara velha e quando fui pegar a cola do remendo, a minha tinha acabado e fazia tanto tempo que usava, que nem me toquei.
Noutro dia comprei e finalmente finalizei.
sábado, 20 de junho de 2026
Limpeza Giant pós pedal Papanduvas
Tirei um tempo para dar uma geral na giant.
Ela sofreu bastante no pedal, voltando encardida.


Com a ajuda do chatGPT, vi que poderia limpar minha corrente numa garrafa com etanol, no qual tenho em casa por causa da lareira ecólogica que usamos as vezes.
Aproveitei também que tava com tempo e como tinha tirado a corrente - incrivelmente sem powerlink - desmontei e limpei o braço do trocador e limpei detalhadamente o pedevela.
Facilitou e muito a manutenção assim, foi bem fácil e rápido.
Após isto, lavei com calma a sapatilha e deixei tudo secando no sol.
terça-feira, 16 de junho de 2026
Cachoeira dos Forninhos - Papanduva SJP
Estamos programando um pedal pro dia 20 e Jefferson sugeriu um para darmos uma esquentada no domingo, para a Cachoeira dos Forninhos, aqui em São José dos Pinhais.
Bom, como sempre brinco, sair de casa com chuva é uma coisa, chover no caminho é outra completamente distinta, então seguimos.
Coincidentemente chegamos no fim do asfalto e hora aumentava, hora diminuia a garoa/chuvinha.
Foi assim, praticamente o caminho todo.
Depois de quase 45min, conseguimos fazer a bike rodar bem, apesar da sujeira do trajeto.
Pulamos a cerca, depois andamos mais um pouco, abrimos uma porteira e chegamos na cachoeira.

Depois posto o processo de limpeza.
Que venha os próximos.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Corrida com o coroa
Além da feijoada de comemoração, aproveitei a viagem para cumprir uma meta antiga e trazer conteúdo esportivo para cá: correr com ele.
Sob o frio de 13°C da cidade, mas aquecidos por um sol de inverno sensacional, calçamos os tênis e zarpamos.
Ele vai num ritmo muito tranquilo e sem ansiedade, sem ficar bitolado com o pace, monitorando apenas os batimentos para não ultrapassar o limite.
Sem pressa, curtindo a paisagem.
Sempre aprendo com ele, e esse dia foi mais uma lição: correr, relaxar e não se preocupar com desempenho, só com o momento...
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Noturno SJP - Grupo Persegue
Depois de muito tempo, finalmente consegui sair pra pedalar com o grupo.
Apesar do frio, me agasalhei super bem e fui ao encontro do pessoal. 17 bikers com o mesmo objetivo, pedalar e passar frio kkkk
Fomos para as Colônias, num pedalzinho de 2h mais ou menos, num bom ritmo.
Cheguei em casa antes das 22h, banhei, comi e berço.
Sobre o cubo, tava redondinha a bike, até as mudanças de marchas entrando como uma luva, pena que sábado agora mudará o tempo, mas deixamos pra proxima semana outro pedal...
quarta-feira, 13 de maio de 2026
dia das mães
O mais divertido, era eu tentando controlar a hora de ir embora e sendo ganhado pelo prazer de estar no mar, mergulhando e descarregando energia.
terça-feira, 5 de maio de 2026
Novo cubo
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Hair cut
Tava sentindo falta de pedalar, a Giant ta no mecanico, pois quebrou o freehub, então peguei a trekzinha e aproveitei pra matar a saudade.
Depois do cabelo, dei uma enrolada e segui ao encontro das meninas...
terça-feira, 24 de março de 2026
Atleta engaiolado
Desde muito cedo, sempre gostei de fazer esporte, principalmente bike.
Tinha um avô maravilhoso, que fazia de tudo para sempre me ver pedalando.
Claro, nesta história meu irmão está sempre do meu lado e desenvolvemos juntos esta paixão por bikes.
Lembro que nos anos 90, quando abriu a importação de tudo no Brasil, diversas lojas importaram as bikes que só víamos em revistas especializadas. GT, Trek, Gary Fisher, Nishiki... era um festival de quadros, peças e acessórios novos que era um deslumbre para todos os amantes de bike.
Na época era impossível termos uma, era um absurdo de caro. Mas, em contrapartida, olhar, era de graça e vivíamos em lojas especializadas namorando as magrelas importadas.
Tínhamos uma Caloi de entrada, que dava conta do recado. Lembro que matava aula nos sábados para fazer trilha com amigos; voltava todo sujo e lameado, mas sempre com um sorriso no rosto.
Após muito tempo, consegui adquirir de um amigo uma Trek, que era um dos meus sonhos de consumo. Sempre que posso, a uso tanto como meio de locomoção quanto para lazer.
Quando não consigo pedalar, acabo indo correr, um dos meus outros hobbies.
Antigamente, colocava um tênis, mal se aquecia e ia correr nas ruas de Londrina. Com o tempo e a situação melhorando, ia de walkman para escutar uma música. Quando surgiram aqueles rádios minúsculos que só pegavam FM, era ótimo; sempre ia correr quando havia aquela seleção de músicas sem intervalo comercial. Mais adiante, quando começou a surgir os relógios que mediam batimentos cardíacos, comprei um Polar de entrada e era muito bom acompanhar meu ritmo.
Agora, com o advento do celular, tudo isto está nele, fora o smartwatch no pulso para controlar tudo a um toque.
Durante a pandemia, alternei meus dois hobbies acima com a musculação, pois era uma forma de sair de casa. Entrei no modo home-office e estou nele desde então. Meus três hobbies viraram minha válvula de escape, sendo a musculação o principal, pois é ela que me dá todo suporte para praticar os outros dois. Mas também é quando eu saio de casa, sendo minha "socialização silenciosa".
A musculação acaba sendo minha terapia diária para sair da clausura que é ficar em casa 24/7. E aí é que entra o título da prosa.
Peguei um resfriado semana passada e acabei tendo que ficar em modo "off" por uns dias. Foi bem desgastante, ainda mais que no profissional está bem puxado, a ponto de explodir. A "terapia" — tanto bike, corrida quanto musculação — amenizava um pouco o sufocamento. Voltei a mil e feliz com meus hobbies, mas hoje levei uma bronca: ainda estou com tosse e fui vetado mais uma vez de fazê-los por mais uns 2 ou 3 dias.
Claro, ao longo dos meus 47 anos e dados os devaneios já postados no blog, sempre tive estes intervalos na vida. Mas parece que agora, na atual conjuntura profissional, está sendo mais difícil lidar.
Dizem que esporte não é terapia, que a prosa com o coleguinha é só um papo de elevador para passar o tempo e que temos que ter um profissional qualificado ao nosso lado para nos escutar e dar um norte. Mas confesso que o silêncio do esporte e minhas abas cerebrais — passando o que sinto em cada uma, até chegar na aba "EU" e analisar eu e eu mesmo — me fazem muita falta.
Confesso que o silêncio do movimento me faz falta.
Enquanto não posso suar, deixo aqui essas palavras. Talvez para que o "Dagu do futuro" veja que essa tempestade também passou...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Lavagem Giant
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Barragem Miringuava
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Voltinha na capitar
domingo, 8 de fevereiro de 2026
🎶🎶sozinho, perdido, tentando me encontrar 🎶🎶
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Pedal solo SJP
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Girinho de herdeiro
Lu chamou pruma corridinha de boa no parque nautico e foi bem de boa mesmo, colocando a prosa em dia e correndo num ritmo bom, depois de algum tempo.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Crônica de uma expedição velocipédica às Colônias de São José
" Prezado e Estimado Amigo,
Eis que ele me responde:
É com o espírito ainda imbuído das brisas da serra que passo a relatar a jornada empreendida na última quinta-feira. O firmamento apresentava-se límpido e as massas de ar, embora estáticas, carregavam o prenúncio de um rigor gélido. Ao aportar pontualmente no local aprazado — a imponente edificação da Havan —, vi-me obrigado a trajar minha túnica protetora contra o vento, a fim de resguardar o brio e o calor do corpo.
O início de nossa marcha deu-se sob auspícios de tranquilidade. Todavia, ao adentrarmos os domínios das Colônias de São José, a natureza do solo exigiu maior destreza de nossos músculos. Enfrentamos um misto de paralelepípedos ancestrais e estradas de saibro, onde nossos velocípedes pareciam travar um diálogo ruidoso com a terra.
No ápice de nossa travessia, o destino pregou-nos uma peça: a montaria mecânica do estimado Cavalheiro Marlon sofreu uma avaria em seu pneumático. Longe de ser um infortúnio, tal pausa serviu-nos para uma proveitosa e amena prosa à luz das lanternas, enquanto os reparos eram executados com a perícia necessária.
Retomada a jornada, as aclives desafiaram nossa resistência, mas a glória aguardava-nos no Portal das Colônias. Ali, sob o manto da noite, selamos o êxito de nossa empreitada com a promessa solene de que tais incursões — sejam sob o luar ou sob o sol do fim de semana — tornem-se hábito frequente em nossas agendas.
Regressei ao lar com a alma lavada e a certeza de que a melhor forma de conhecer nosso "quintal" é através do suor e da boa companhia.














































