A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Troca remendo bolsa selim

Em 2023 comprei da China a bolsa de selim, na qual depois de várias que tive ou fiz, finalmente atendeu as minhas necessidades.
2024 fiz a manutenção nela, pois tinha aberto um furo, por causa do atrito da bolsa com o selim. 
Na manutenção que fiz na giant, vi que o remendo tava caindo e tinha entrado água e areia.

Pensei que outro remendo daria certo, porém acredito que um manchão de camara de pneu, ficaria melhor e assim fiz. 
Tirei, lixei, cortei uma camara velha e quando fui pegar a cola do remendo, a minha tinha acabado e fazia tanto tempo que usava, que nem me toquei. 
Noutro dia comprei e finalmente finalizei. 
Vou por um pedaço de camara no canote também para reduzir um pouco o atrito.

domingo, 9 de março de 2025

Pedreira Córrego Fundo e Bar do Paulo

A chamada inicial era para irmos e voltarmos para a Pedreira, com baixa altimetria.
Pedalzinho light para chegar em casa até as 15h, até antes. 
Nos encontramos no Estação as 6h e pouco e seguimos o guia Vitor com 8 biker no total. 
Cortamos Curitiba sentido a Almirante Tamandaré, paramos num posto para reabastecer e seguimos sentido a estrada do Marmeleiro.




Lá aconteceu uma coisa bem tensa, estavamos numa descidinha seguindo de um topzinho, eu e mais 5 estavamos na frente e Bruno e Jefferson um pouco atrás, quando um cara com uma Mercedes AMG, acelerou e sumiu no topzinho, quase pegando os dois, muito provávelmente usou o controle de tração pra segurar o desvio que fez e não pegar os dois em cheio.
Foi bem tenso esta parte, os dois estavam brancos quando nos reunimos. 
Passado o susto, chegamos nas Pedreiras, aonde ficamos um tempão procurando o caminho para nos refrescarmos.


Nesta de ficar procurando aonde entrava, vi que meu pneu traseiro furou e troquei a camara. Tenho sempre duas na bolsa de selim, peguei uma e ela tava com um puta rasgo que não acredito que doideira me passou pela cabeça a levá-la, mas  sorte que tinha outra, troquei e aproveitei e remendei a que furou para ter uma sobressalente.



Nisto acharam a trilha, bem legal um single track bem curtinho pra fazer, sendo que no final um desnível, aonde tivemos que descer com as magrelas no ombro. 



Passado isto ficamos um tempo nos refrescando e proseando. 







Na saída decidimos comer no bar do Paulo, aonde a ultima vez que fui lá foi em 2013, topei na hora, uma alcatra iria cair muito bem. 
Seguimos por um caminho e acabamos nos perdendo e o GPS não estava ajudando muito, então da-lhe perguntar pras pessoas o rumo e ficamos nos 2km a gente chega, que na realidade foi 6.
Nas prosas o pessoal tava falando que a bateria do relógio estavam acabando, fui ver o meu e tbm tava acabando, já anotado que pra pedal longo, tem que ir de app, o que fiz no restante do caminho. 
Abriu um sol, para cada um, mas estava muito divertido, com muita risada e companheirismo, pois paravamos bastante para reagrupar e seguirmos ao Bar do Paulo. 
Antes de chegarmos lá paramos no Gramados do Palha, aonde era a ideia almoçarmos, porém o restaurante estava fechado. 
Turistamos um pouco pra conhecer o lugar e depois seguimos pro Bar do Paulo.





No Bar do Paulo, já chegamos pedindo uma alcatra com refri geladissimo, maionese e arroz.



Isto já era perto das 13h, Vinicius e Vitor comeram rápido e zarparam pq tinham compromisso, ficando somente eu, Jefferson, Bruno, Zezito, Halisson e Isak.
Na prosa, lembrei do dia que tivemos que pegar carona, pois quebrou minha gancheira.
Fui procurar no blog e não achei, pois foi antes de 2010, pegando no blog do Leandro foi em 2008.
Depois de darmos uma boa enrolada, me benzuntei de protetor solar, pus a bandanha de uma forma que achei que iria me ajudar com o suor + protetor e partimos. 

O que não ajudou em nada, tava muito calor, o que fazia com que eu suava horrores e ia o molho pros olhos, me incomodando todo o trajeto. 
Aqui não tem muito o que falar, pegamos muita poeira, terra, pedra solta, muitas subidas, paradas para descansar um pouco, se agrupar e tomar muita água. 
Chegamos na Ouro Fino, tomamos uma água meio gelada, melhor do que tava nas garrafas e seguimos pelo Cerne até chegarmos em Santa Felicidade. 
Paramos num posto, depois pra repormos a água e seguimos.

Chegamos no Cemitério de Santa Felicidade, Isak seguiu o caminho dele e o restante foi até o barigui para cortar para pegarmos sentido o Portão. 
Fui pedalando até lá pq encasquetei que iria fechar 100km, conseguindo fechar e chegando em casa as 19h:30m. 
Pedal muito legal, com uma altimetria de acordo com Bruno de 1409 de ganho de elevação, o que rendeu muita risada, com a "baixa altimetria".
fazia tempo que queria fazer um deste, sem compromisso, curtindo a vista, as companhias, as resenhas, tudo muito bom. 


Que venha os próximos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Pedal noturno com chuva

Muita chuva. 
Dia tava lindo, chamei uns amigos para pedalar, mas emcima da hora é dificil e lá pelas 19h sai pra dar uma volta.
Acabei indo pro caminho que sempre faço e queria também ir até o Bacacheri, para passar na oficina para ver o carro. 
Quando estava no Pinheirinho começou a chuviscar, no Portão choveu bem, mas quando cheguei no Parque Barigui, desabou o céu. 
Uma chuva forte com muito vento, que sentia a bike sendo empurrada lateralmente. 
Eu estava no meio do parque, tinha poucas pessoas lá também, fiquei com receio de algum galho, ou alguma coisa me acertar e fui pra rua lateral, andar rente aos muros, não tinha aonde eu ficar, então lembrei do posto na Jacarezinho x Candido Hartmann. 
Subi até lá e tava lotado de moto, carro e pessoas, aguardando a chuva. 
Demorei um tempo lá, esperando a chuva passar, fui ver a situação do celular dentro da bolsa do quadro, sabendo que poderia ter molhado, mas para minha felicidade celular, documentos estavam mega seco, pois fiz a bolsa com camara de pneu e não entra água em lugar nenhum.
Lá também lembrei de uma solicitação que Paula me fez, antes de sair, de fechar as janelas pois talvez iria chover. E claro. o que não fiz? Sim, não fechei. 
Diminuiu a chuva e zarpei de lá para ir pra casa, consegui vir numa boa, mas ainda debaixo de chuva, cheguei em casa, arranquei toda a roupa e sapatilha molhada, peguei uma toalha e fui ver as janelas abertas, Graças a Deus, só uns pingos, nada grave.
Arrumei tudo, tomei um banho e fui comer. 
Provavelmente este será o último do ano, mas vamos ver...


segunda-feira, 29 de abril de 2024

Caça ao pinhão

No pedal anterior, o pessoal estava comentando que pegaram muitos pinhões nos anos passados, quando estava na época. 
Fiquei animado com isto, pois eu nunca cacei pinhão em todo meu tempo de ciclista aqui em Curitiba.
Combinamos um horário cedo para nos encontrar, para fugir do calor e um trajeto que eles conheciam muito bem, aonde poderiamos catar pinhão.
Sai 6h30m de casa, para me encontrar com o pessoal as 7h:30m. 
Sempre desco com uma mochila saco de corrida, aonde ponho a bolsa de selim, a bolsa do celular e as caramanholas e deixo ela junto com a outra bike, para quando chegar por tudo dentro novamente e subir pra casa. 

Desta vez levei-a no guidon para ser meu porta pinhão.

Nos encontramos e zarpamos para os pontos que eles julgavam que teria pinhão e acertaram em cheio. 
Fizemos uma aposta de quem catava mais pinhão e começou cedo.



Fomos pegando e conversando e bem passeandinho o pedal, o que rendeu bastante prosa e pinhão. 
Pedalamos uns trechos que eu não conhecia bem e foi bem divertido a caça ao pinhão. 
Falaram que as pernas iriam doer por todo agachamento que estavamos fazendo e realmente, tava sentindo dor na perna por abaixar e levantar do que com o pedal em si.
Em um determinado trecho, tinha uma viaduta da polícia passando e um dos oficiais fez um sinal, pensamos que era para parar e ja fiquei imaginando a história de levar um enquadro em plena trilha, mas devaneios a parte, era so cumprimento e seguimos kkkk
No fim, acabei ficando em terceiro lugar de quatro pegando isto de pinhão:
Meu relógio e celular bugaram e acabei não marcando o trajeto. 
Peguei do Aurélio o trajeto, mais o que fiz pra ir e voltar.




Pedalei no total 81,72km, chegando em casa proximo das 13h, podre das pernas, cansado, mas feliz que economizei R$ 12,00 o kg do pinhão ahsdhuashdaushdaushdaushd.
O pessoal comentou que será o melhor pinhão que comerei em toda vida, pois eu que colhi e foi de grátis.
Farei e postarei...


domingo, 17 de março de 2024

O dia que "quebrei"

Pois é, pedalo desde 1994~95 e lembro que matava aula pra fazer pedais com meus amigos em Londrina.
Já "quebrei" algumas vezes, mas não ao ponto de pedir socorro para ir me buscar. 
Mas vamos por partes.
Sai pra pedalar com o pessoal do condomínio, com destino as pedreiras de calcário em Almirante Tamandaré. 
Apesar de quente, o tempo estava muito bom, meio nublado, bem tranquilo para pedalar.
Sai de casa mais cedo um pouco, pois o lugar de encontro, seria uns 10km de casa. 
Cheguei a tempo, nos reunimos e fomos.


Pegamos sentido a Casa Gemêas, mas iriamos contorna-la por fora, sem passar por ela,  pra pegar outra estrada.
No caminho percebi que meu pneu traseiro estava muchando, parei, vistoriei o pneu, troquei a câmara e seguimos.

Não andei nem 1km e o mesmo pneu furou. PQP, não é possível, paramos, fizemos uma busca melhor no pneu e Aurélio achou um abençoado arame na lateral, que juro que não tinha visto. 
Ainda bem que minha bolsa de selim cabe bastante coisa e câmaras e tinha sobressalente.
Troquei, arrumamos tudo e seguimos.


Pegamos uns caminhos muito bonitos, com umas descidas maravilhosas, poucas subidas, tava tudo fluindo muito bem.
Chegamos numa jazida de calcário e aproveitamos pra tirar umas fotos.




Voltamos a pedalar até chegar um trecho bem fechado, cortando um caminho para já seguirmos pro Canelinha.
Ai o bicho pegou, pois parecia que tudo que descemos, subimos numa estrada muito estreita, cheia de pedra, galhos e bem difícil de ficar na magrela.




Aqui eu já estava sentindo que não conseguiria finalizar o pedal. A cabeça queria ir, mas as pernas, não estavam mais aguentando.
Paramos por uns instantes, para repor as energias, dai descobri que minha banana tinha caido da bolsinha, Aurélio me deu uma barra e dividi uns amendoins com Claudinei, tomei um pouco de água  e seguirmos o pedal. 
Para ajudar o sol resolveu aparecer e tava castigando um pouco a moleira. Muito calor. 
Paramos varias vezes pra nos reagrupar - na verdade eu chegar até eles - aonde eu aproveitava e descansava mais um pouco, realmente tava muito cansado.
Faltava uns 5km pra chegarmos no canelinha, aonde já tinha falado pro pessoal, que ficaria por lá e eles seguiriam o rumo deles. 
Num determinado ponto, um pouco antes do canelinha, o pessoal parou numa casa, aonde uma fofa de uma senhora nos deu água gelada.
Nossa, tava num óasis kkkk, que delícia tomar uma água gelada, sentar numa sombra um pouco e relaxar as pernas.
ficamos uns 15 minutos lá, nos despedimos e seguimos pro canelinha. 
Confesso que foi um martírio para mim, estava realmente muito cansado, dando umas fisgadas de cãibra, podre total, juro, nem parece que treino todo dia academia e pedalo pelo menos um dia da semana. 
Estava irreconhecível, mas tentando e muito conseguir chegar no canelinha. 
Empurrei muito a magrela e até ela estava me pesando os braços e ombros.
Estava tentando ser forte e chegar bem lá, para chamar resgate.
Chegamos no canelinha, deixei a magrela de lado, peguei um gatorade, uma coca e sentamos numa mesa, enquanto mandava mensagem a paulinha pra ir me buscar. 
Pessoal comeu algo e zarpou.
Fiquei 1h e pouco aguardando Paula, pois ela estava num evento beneficente no fazendinha e demorou para chegar aonde eu estava.
Confesso que fiquei triste pela situação de "quebrar" porém, muito mais feliz, que eu tenho uma pequena que ta sempre comigo e que foi para lá de boa me buscar e aproveitou e conheceu aonde sempre vou.
Disse a ela, que se fosse mesmo me buscar, como recompensa, comeriamos por lá kkk.

Depois ajeitei o carro, para guardar a magrela e seguirmos para casa.


Cheguei em casa, ajeitei o carro novamente, deixei a magrela no bicicletário, subi, tomei um baita banho, comi mais alguma coisa e dormi por 3h. 
Nem vi o tempo passar, mas estava renovado. 
Confesso que fiquei pensando no porque de ter "quebrado". 
A semana foi muito, muito tensa, cansativa, reuniões longas noturnas, insonia, preocupações, correria, mas indo na academia, fazendo cardio, me alimentando bem,  mas na balança, pelo jeito pesou mais o estress que a boa forma.
Tudo bem, já estou renovado, amanhã seguimos a rotina, com um diferencial, tendo que achar um lava-rapido para o carro e pra bike.
Acabei fechando o trajeto no canelinha.