A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Pedal de herdeiros

Na terça a noite Jefferson fez um convite prum pedal interparques para hoje cedo.
Arrumei minha agenda para a tarde, pra ir e nos encontramos as 9h no estação, eu, Jefferson e Eraldo. 
As 9h da manhã numa quarta-feira. 
É muita coisa de herdeiro que ta com as contas pagas kkkk, bom se fosse, mas mesmo assim zarpamos sentido Barigui. 


Na real foi mais uma lonnga sessão de terapia do que um pedal.
Sempre bom pedalar com amigos, que escutam, zoam, riem e dividem todos os problemas da vida. 
Acaba que nem se ve a hora passar, mas ela passa e como passa rapido. 
Fizemos todos os parques proximos, Barigui, Tingui, Tanguá, Bosque do Papa Francisco, São Lourenço e Passeio Publico, estes ultimos, so passando ao lado, porque o estomago já estava nas costas.  



Fotos do Jefferson

Por fim, acabei chegando quase 1h da tarde em casa, muito mais tranquilo e leve, o que me rendeu um excelente dia. 


Tiramos uma foto zoando as gurias que sempre tiram desta forma, eu e Eraldo, mas apaguei ele e deixei so eu com a marca do Strava.

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Colônia Mergulhão

Tinha compromisso cedão no sábado e não iria dar tempo de ir com o grupo, porém foi desmarcado o exame e para aproveitar o dia, consegui ir no do ANP do Sérgio. 
O que mais me chamou a atenção na chamada foi que iriamos no pesque e pague do Cachimbo, aquele do famoso espetinho de queijo e tilápia. 
Nos encontramos as 8:50 na praça das Nações em 34 bikers, entre eles Klaus, do outro grupo. 
Saímos em direção a Pinhais, depois São José dos Pinhais e finalmente o espetinho.



Tava um vento gelado para caramba, mas estava bem agasalhado e confortável para pedalar e não precisar tirar a roupa.



Depois que comemos, enrolamos mais um pouco e seguimos embora. 
Como estavamos em 30 pessoas agora - alguns desistiram pelo caminho - Sérgio sugeriu pegarmos uma faixa da Avenida das Torres, até chegarmos na Decathlon, aonde alguns bikers iriam pegar o kit do pedal do Erastinho.


Já percorri muito de carro este trecho, mas nunca de magrela e foi bem desafiador, pois o pessoal tava pedalando forte e tentei acompanhar, mas tem umas subidinhas que foi difícil manter a média, mas no final deu tudo certo, Graças a Deus, pois não tava movimentado e foi bem tranquilo, quando são muitas pessoas. 
Na decathon me despedi e segui pra casa. 




sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Retorno aos pedais

Fiquei de molho de atividades fisicas por quase 2 semanas, estava bem ruim da garganta e gripe, fazendo só o basico mesmo, porque peguei a gripe masculina igual o Afonso Padilha fala kkkk que nos derruba...
Enfim, estava bem pra pedalar desde segunda no feriado, mas não consegui tempo para isto. 
Na quinta tinha algumas chamadas pra uns noturnos, porém so apos as 20h e como tava um belo de um dia, resolvi me dar folga lá pelas 16h e sai pra dar um rolé.




domingo, 24 de agosto de 2025

Pedal reencontro

Durante a semana tinhamos combinado um pedal, porém acabou não dando quórum e por fim cada um foi pedalar sozinho.
Na sexta um amigão das antigas me chamou pra conversar e acabamos combinando um pedal de reencontro, pedalando como ele comentou no modo geriátrico.
Nos encontramos no estação e a ideia foi fazer as cordilheiras de Santa Candida, depois seguir até o Alphaville, Estrada Ecológica e Estação.
Tirando as cordilheiras, pedalzinho bem sussy.



Fazia muito tempo que não pedalava com Leandro, conheci-o num forum de bikes em 2006~2007 e de lá pra cá, as muitas aventura no blog, a maioria de autoria dele.
No meio do caminho, ao passar por umas ruas esburacadas, meu selim mexeu e ficou apontado pra cima.
Paramos, arrumei e seguimos.
Paramos para comer alguma coisa no Parque das Águas e seguimos pela canaleta até o Estação.
Porém no percurso, aconteceu de novo, o banco ficou pra cima, ao passar num buraco.
Paramos num posto e com calma, desmontamos o canote e vimos que as ranhuras que seguram o selim, tinham ficado lisas, por isto não adiantava apertar porque qualquer buraco e meu peso, iria acontecer. 



Para irmos embora, Leandro ja pensou numa gambiarra:
Pegar minha lixa para remendo e por no lugar das ranhuras.


Depois disto, seguimos embora sem mais acontecer de subir o selim.


Estava preocupado, pois teria que comprar outro canote, mas lembrei que quando comprei um bagageiro suspenso em 2010, um bom tempo depois, acabei comprando um canote em 2013 e não usei muito, somente alguns pedais.
Ao comparar um com outro, é nitido, que o velho - de 2007 que veio com a giant - estava liso e o de 2013 com as ranhuras.

A unica coisa que o de 2013 está bem feio, é que como usava com o bagageiro suspenso e ele trabalhava muito e acabou riscando, porém, nada que um esmalte não resolva. 


Já fiz a troca e fiquei feliz que tinha um sobressalente e gastei nada...

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Cordilheira de Santa Candida

Estava querendo estrear o bretelle que comprei, pois ele chegou depois do ultimo pedal. 
Como não vou conseguir pedalar neste fim de semana, fui hoje testa-lo.
Vi que o temperatura iria cair novamente e com alguns pontos com chuva, então tratei de ser liberado mais cedo e acabei fazendo um pedal que o Isak sempre faz, que é ir até o Santa Candida e voltar.
O pedal original zarpa da praça do Japão, mas como queria fugir do frio e da chuva, parti de casa mesmo.
Peguei bem a hora do rush e lembrei quando ia embora as 18h e gravei numa gambiarra que fiz na epoca.
Tava muito frio e movimento, mas fui bem preparado e fiz um tempo muito bom. 
Sobre o bretelle achei engraçado, pois parecia que tinha uma alça de mochila nas costas, mas a espuma, bem densa, fez muita diferença. 
Agora é ir treinando pra quando tiver um outro pedal de quase 3 digitos novamente.


segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Corridinha dia dos pais

Neste fds teve algumas chamadas pra pedalar, mas tava um frio do cazzo e o pessoal com toda razão do mundo, foi saindo de fininho de acordar no frio pra ir pedalar, inclusive os que vos escreve.
Tava surreal de vento e temperatura baixa, então nem pedalamos.
No domingo dia dos pais, Lucas propos ou um pedal ou uma corrida e como a trekzinha, não ta nos melhores dias dela, aceitei a corrida. 

Era umas 16h e apesar do solzinho luz de geladeira, tava um vento bem gelado, mas fomos mesmo assim. 
Saimos de casa e fomos até o final da sete e voltamos.
Não to correndo tanto quanto gostaria, mais bike e remo na academia, já Lucas, ta correndo 3x por semana, o que foi bem tenso acompanha-lo. 
Ele brincou que agora ele tem que diminuir o ritmo pra correr comigo kkkk, acho que tava preso isto a tempos nele pra falar kkkk
Corridinha bem de boa pra ele, mas gostosa pela bela companhia, tirando o vento que tava deveras gelado, foi um bom treino.



segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Rota do Ur

Como sabiamente o Bruno nomeou kkk
A ideia inicial era fazer a Rota do Urso, mas ao longo do dia teve alguns perrengues que acabamos fazendo só a metade.
Tinha alvará pro dia inteiro, mas não tava afim de demorar muito pra chegar em casa, semana tem sido bem corrida e mal fico junto com Paulinha, então queria pedalar e aproveitar o sábado com ela.
Nos encontramos em 14 bikers e fomos ao encontro da última no Parque das águas, no que demorou muito pra ela chegar.
Seguimos para Piraquara e conversando com Izak, Vitor, Klaus, Halisson e Ricardo, fizemos um "motim" ao Bruno que organizou o pedal, para irmos na frente, mas rápido na vdd e encontrando-os no  caminho.
E assim foi, primeiro fizemos a coleira do Urso pois estavamos fazendo a rota para desenha-lo, nisto Sr Santos, que até um trecho foi conosco, se perdeu e foi parar em Quatro Barras.
Fomos até o Tunel da Roça Nova, aonde paramos um pouco pra escutar o guia doutro lado, explicar a historia do tunel e depois seguimos.



Izak lembrou de uma trilha que acabaria na beira da Repressa Piraquara 1. 
Olhe, eu curto muito uma trilha e esta estava tesão demais, muita pedra, galho, valeta, lama, uma diversão sem tamanho. Adrenalina foi nas alturas. 


Enquanto esperavamos Klaus e Ricardo, ficamos conversando e retornamos pelo mesmo caminho, que praticamente descemos. 
Porém Halisson deve ter batido em alguma pedra e ferrou com o braço do cambio dele, foi empurrando até a saida da trilha e paramos pra consertar.
Demoramos muito pra arrumar, mas ficou uma single speed e não caia a corrente. 
Saindo de lá encontramos o pessoal, indo em direção ao bar da Eva.
Isto já era umas 14h mais ou menos, estava já com 60 km, faltando o resto do urso, mais uns 50km, o que levaria o resto da tarde. 
Então nos reagrupamos e decidimos cancelar o SO e seguir embora. 
Até comer, digestão, por conversa em dia, saimos de lá umas 16h. 
Halisson e Bruno foram embora de carona e o restante seguiu sentido Ctba.
Acabei chegando em casa umas 17h:30m, o que não adiantou muito,mas deu pra curtir um pouco o sábado com a pequena. 
Tirando que não conseguimos fechar a rota, revi os amigos, dei muita risada, pedalei num ritmo que não me cansou, fizemos uma puta trilha, realmente foi um excelente retorno.