A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



segunda-feira, 27 de abril de 2026

Hair cut

Depois que nos mudamos para SJP, fui 1 vez de carro cortar o cabelo, pois ja tinha outros compromissos e outras 3 vezes de magrela. 
Depois de quase 45 dias sem cortar, consegui agendar para sábado ir pra capitar e finalmente dar uma ajeitada na juba. 
Tava sentindo falta de pedalar, a Giant ta no mecanico, pois quebrou o freehub, então peguei a trekzinha e aproveitei pra matar a saudade.
Depois do cabelo, dei uma enrolada e segui ao encontro das meninas...


terça-feira, 24 de março de 2026

Atleta engaiolado

Desde muito cedo, sempre gostei de fazer esporte, principalmente bike.
Tinha um avô maravilhoso, que fazia de tudo para sempre me ver pedalando.
Claro, nesta história meu irmão está sempre do meu lado e desenvolvemos juntos esta paixão por bikes.

Lembro que nos anos 90, quando abriu a importação de tudo no Brasil, diversas lojas importaram as bikes que só víamos em revistas especializadas. GT, Trek, Gary Fisher, Nishiki... era um festival de quadros, peças e acessórios novos que era um deslumbre para todos os amantes de bike.

Na época era impossível termos uma, era um absurdo de caro. Mas, em contrapartida, olhar, era de graça e vivíamos em lojas especializadas namorando as magrelas importadas.
Tínhamos uma Caloi de entrada, que dava conta do recado. Lembro que matava aula nos sábados para fazer trilha com amigos; voltava todo sujo e lameado, mas sempre com um sorriso no rosto.

Após muito tempo, consegui adquirir de um amigo uma Trek, que era um dos meus sonhos de consumo. Sempre que posso, a uso tanto como meio de locomoção quanto para lazer.

Quando não consigo pedalar, acabo indo correr, um dos meus outros hobbies.
Antigamente, colocava um tênis, mal se aquecia e ia correr nas ruas de Londrina. Com o tempo e a situação melhorando, ia de walkman para escutar uma música. Quando surgiram aqueles rádios minúsculos que só pegavam FM, era ótimo; sempre ia correr quando havia aquela seleção de músicas sem intervalo comercial. Mais adiante, quando começou a surgir os relógios que mediam batimentos cardíacos, comprei um Polar de entrada e era muito bom acompanhar meu ritmo.
Agora, com o advento do celular, tudo isto está nele, fora o smartwatch no pulso para controlar tudo a um toque.

Durante a pandemia, alternei meus dois hobbies acima com a musculação, pois era uma forma de sair de casa. Entrei no modo home-office e estou nele desde então. Meus três hobbies viraram minha válvula de escape, sendo a musculação o principal, pois é ela que me dá todo suporte para praticar os outros dois. Mas também é quando eu saio de casa, sendo minha "socialização silenciosa".

A musculação acaba sendo minha terapia diária para sair da clausura que é ficar em casa 24/7. E aí é que entra o título da prosa.

Peguei um resfriado semana passada e acabei tendo que ficar em modo "off" por uns dias. Foi bem desgastante, ainda mais que no profissional está bem puxado, a ponto de explodir. A "terapia" — tanto bike, corrida quanto musculação — amenizava um pouco o sufocamento. Voltei a mil e feliz com meus hobbies, mas hoje levei uma bronca: ainda estou com tosse e fui vetado mais uma vez de fazê-los por mais uns 2 ou 3 dias.

Claro, ao longo dos meus 47 anos e dados os devaneios já postados no blog, sempre tive estes intervalos na vida. Mas parece que agora, na atual conjuntura profissional, está sendo mais difícil lidar.

Dizem que esporte não é terapia, que a prosa com o coleguinha é só um papo de elevador para passar o tempo e que temos que ter um profissional qualificado ao nosso lado para nos escutar e dar um norte. Mas confesso que o silêncio do esporte e minhas abas cerebrais — passando o que sinto em cada uma, até chegar na aba "EU" e analisar eu e eu mesmo — me fazem muita falta.

Confesso que o silêncio do movimento me faz falta.
Enquanto não posso suar, deixo aqui essas palavras. Talvez para que o "Dagu do futuro" veja que essa tempestade também passou...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Lavagem Giant

Neste carnaval ficamos por aqui, como fui pedalar no sábado e tava com bastante lama o percurso, aproveitei que nos mudamos para SJP num apto terreo, e lavei a magrela no nosso garden.
Ela não tava mega suja, mas queria limpar principalmente a relação dela. Segue um antes e depois. 

 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Barragem Miringuava

Neste sábado fui eu e Marlon dar um pedal meio período lá para a barragem.
Combinei com ele no Portal da Colônia Murici e novamente quase me perdi e me atrasei, mas minha culpa, fui no ah ja andei por aqui e acabei ficando longe do caminho certo. 


Pegamos algumas subidas boas, alguns trecho com lama, pois tinha chovido bastante uns dias antes.
Por fim, como saímos cedo, antes das 11h tava em casa.
Cheguei com a grata surpresa do Lu e Fer em casa, para passar o carnaval, mas esta prosa eh proutro post...




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Voltinha na capitar

Tive uns compromissos ontem em Curitiba, que deu pra ir de magrela e aproveitei fiz um baita pedal.
Tava quente pra cacete, mas levei bastante água, hidraton e goma, acabando nem sentindo sede/fome.
Quando estava indo e passando pelo Terminal do Boqueirão, lembrei que saindo do Pinheirinho, daria para ir até o Sítio Cercado e depois Boqueirão, então fiz isto na volta e ficou bem legal o mapa.
 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

🎶🎶sozinho, perdido, tentando me encontrar 🎶🎶

Me confundi com algumas músicas do Jota Quest, porém fez muito sentido, porque foi este sentimento q estava no pedal.
Baixei o mapa off-line e estava feliz q tava indo bem, mas acabou não pegando em algumas partes.
Conclusão, fui no caminho as cegas e se não pergunto, tava longe de casa kkkk
Mas deu tudo certo, mais um trecho desbravado.

Acabei esquecendo de ligar Strava, relogio pus no sport errado, sorte que a fofoqueira do maps, me fez o trajeto.



domingo, 1 de fevereiro de 2026

Pedal solo SJP

Neste domingo  acordei e me aprontei pra fazer um pedal pela região das Colônias aqui em SJP.
Sai com um trajeto no gps, mas alguns trechos já tinha uma ideia, pois tinha passado anteriormente.

Após passar pela Santa, fui seguindo o caminho do GPS, até q dado momento, ele deu sem sinal e acabei fazendo o caminho igual aos maias e incas, perguntando as pessoas melhor caminho pra ir pro cachimbo.

Chegando no Cachimbo, segui para voltar pra casa, aonde do nada começou uma baita chuva, na qual deu uma boa refrescada.
Engraçado que chegando no bairro de casa, tava um baita sol, sem nenhuma nuvem e acabou nem chovendo por aqui.




sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Girinho de herdeiro

Lu chamou pruma corridinha de boa no parque nautico e foi bem de boa mesmo, colocando a prosa em dia e correndo num ritmo bom, depois de algum tempo.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Crônica de uma expedição velocipédica às Colônias de São José

Primeiro pedal noturno, fiz o convite ao Marlon no estilo seculo XIX: 

" Prezado e Estimado Amigo,

Espero que esta missiva o encontre em pleno gozo de saúde e de excelentes ânimos.

Dirijo-me a vossa senhoria para propor um entretenimento de natureza distinta e revigorante. Com o cair do crepúsculo, quando as luzes da cidade começam a cintilar, desejo realizar uma excursão sobre os nossos velocípedes, aproveitando o frescor da brisa noturna que tanto beneficia o espírito.

Para tal empreitada, sugiro que nos encontremos pontualmente às dezenove horas e trinta minutos  do dia 22 de janeiro, junto ao suntuoso estabelecimento da Loja Havan, cuja arquitetura certamente servirá de farol para o nosso ponto de partida.

Seria uma honra imensa contar com a vossa companhia para desbravarmos as vias sob o manto da noite. Peço a gentileza de confirmar vossa disposição para tal jornada, a fim de que eu possa preparar meu espírito (e minha montaria) para o encontro.

Subscrevo-me com a mais alta estima e consideração,

Seu fiel amigo,

Dagu

Eis que ele me responde: 

Prezado e Estimado Amigo,

Recebi vossa missiva com imenso contentamento e agradeço pelas palavras tão cordiais e pelo convite tão singular. A sua prosa, além de cativante, soube despertar em mim o desejo de unir-me a tal aventura ciclística sob as estrelas.

Confirmo, com entusiasmo renovado, que estarei presente no ponto de encontro indicado — junto à imponente Loja Havan — no dia 22 de janeiro, pontualmente às dezenove horas e trinta minutos, munido de meu velocípede e em pleno gozo de ânimo e disposição.

Agradeço pela ideia revigorante e pela oportunidade de compartilhar a brisa noturna e as luzes da cidade em boa companhia. Que esta jornada sobre duas rodas seja tão agradável para o espírito quanto promete ser para o corpo.

Conto os minutos até nosso encontro e subscrevo-me com igual estima e consideração.

Até breve,

Seu amigo e companheiro de pedaladas,

Marlon

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Pois bem, caros leitores, após tal troca de gentilezas e o selar de nosso compromisso, partimos enfim para a execução da jornada. O que se segue é a crônica fidedigna dos fatos ocorridos sob o manto da noite:

É com o espírito ainda imbuído das brisas da serra que passo a relatar a jornada empreendida na última quinta-feira. O firmamento apresentava-se límpido e as massas de ar, embora estáticas, carregavam o prenúncio de um rigor gélido. Ao aportar pontualmente no local aprazado — a imponente edificação da Havan —, vi-me obrigado a trajar minha túnica protetora contra o vento, a fim de resguardar o brio e o calor do corpo.

O início de nossa marcha deu-se sob auspícios de tranquilidade. Todavia, ao adentrarmos os domínios das Colônias de São José, a natureza do solo exigiu maior destreza de nossos músculos. Enfrentamos um misto de paralelepípedos ancestrais e estradas de saibro, onde nossos velocípedes pareciam travar um diálogo ruidoso com a terra.

No ápice de nossa travessia, o destino pregou-nos uma peça: a montaria mecânica do estimado Cavalheiro Marlon sofreu uma avaria em seu pneumático. Longe de ser um infortúnio, tal pausa serviu-nos para uma proveitosa e amena prosa à luz das lanternas, enquanto os reparos eram executados com a perícia necessária.

Retomada a jornada, as aclives desafiaram nossa resistência, mas a glória aguardava-nos no Portal das Colônias. Ali, sob o manto da noite, selamos o êxito de nossa empreitada com a promessa solene de que tais incursões — sejam sob o luar ou sob o sol do fim de semana — tornem-se hábito frequente em nossas agendas.

Regressei ao lar com a alma lavada e a certeza de que a melhor forma de conhecer nosso "quintal" é através do suor e da boa companhia.




sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

1° pedal do ano

Feliz 2026 a todos.
Finalmente saiu o primeiro pedal do ano, meio que sem querer, mas saiu.
Nos mudamos para São José dos Pinhais no início do ano, porém antes da função fomos a Londrina para ver meu pai e família Paula no Natal e no fim de ano, em BC para visitar a mãe.
Depois de curtimos, fizemos a mudança e estamos nos organizando ainda.
Pois bem, tive um compromisso de manhã no centro daqui da cidade e depois segui para Curitiba, para outro e último compromisso.
Foi muito bom, tava com saudades, ainda mais q fui com a trek e com alforge ainda.

Que venha mais e mais...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Retrospectiva 2025

Feliz e abençoado ano novo a todos pedalando e simpatizantes de bike que me visitam...
Estou de recesso desde dia 20.dez até dia 05.01, por está razão não tenho postado por aqui, porém dando umas pedaladas avulsas e correndo.
Contudo o intuito desta postagem é por a retrospectiva de 2025, tanto do Strava quanto do relógio.
Segue:






Que venham mais e mais atividades...